Sábado, 27 de Dezembro de 2008

UM NOVO ANO FELIZ...

Poesia de Ano Novo
***
Quando as tempestades da vida
Surgem escuras à minha frente,
Me recordo de maravilhosas palavras
Que uma vez eu li.
E digo a mim mesmo:
Quando pairarem nuvens ameaçadoras,
Não dobre suas asas
E não fuja para o abrigo.
Mas, faça como a águia,
Abra largamente as suas asas
E decole para bem alto,
Acima dos problemas que a vida traz.
Pois a águia sabe
Que quanto mais alto voar,
Mais tranqüilos e mais brilhantes
Tornam-se os céus.
E não há nada na vida
Que Deus nos peça para carregar
Que nós não possamos levar planando
Com as asas da oração.
E ao olhar para trás
Verá que a tempestade passou,
Você encontrará novas forças
E ganhará coragem também.
De repente,
num instante fugaz,
os fogos de artifício anunciam
que o ano novo está presente
e o ano velho ficou para trás.
De repente,
num instante fugaz,
as taças de champagne se cruzam
e o vinho francês borbulhante
anuncia que o ano velho se foi
e ano novo chegou.
De repente,
os olhos se cruzam,
as mãos se entrelaçam
e os seres humanos,
num abraço caloroso,
num só pensamento,
exprimem um só desejo
e uma só aspiração: PAZ E AMOR.
De repente,
não importa a nação,
não importa a língua,
não importa a cor,
não importa a origem,
porque todos são humanos
e descendentes de um só Pai,
os homens lembram-se
apenas de um só verbo: AMAR.
De repente,
sem mágoa,
sem rancor,
sem ódio,
os homens cantam uma só canção,
um só hino,
o hino da liberdade.
De repente,
os homens esquecem o passado,
lembram-se do futuro venturoso,
de como é bom viver. .
Feliz Ano Novo !!!
***
Autor desconhecido

Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008

sonho de Natal

também eu tenho um sonho
não é grande
nem imponente
nele apenas cabe o sorriso
e a esperança
é feito de figuras simples
e gestos de carinho
possui rostos quotidianos
uns feitos de alegrias
outros de amuo e clamor
nele se cruzam desejos e provações
por vezes palavras de apoio
outras de repreensão
é um sonho pequenino
mesmo pequenino não tem indigentes
nem indiferença
tem brincadeiras no recreio
gritos estridentes
bolas
bonecas
todos os objectos de infância
juntos com inocência
e fantasia
é mesmo um sonho pequenino
tem pais e mães
protecção e ternura
saber e transmissão
momentos de ansiedade
outros de união
mas mesmo pequenino tem o tamanho do mundo
é paz e imaginação
não se desfaz no calor da lareira
nem se dilui na branca neve
é apenas um sonho meu
uma vontade de tantos
não é malícia
nem tormenta
é magia
e constância
é a felicidade de uma criança
o fulgor das nossas proezas
e paixões
o nosso compromisso
e encanto
por ele se fazem votos
e cantam cantigas
para em cada dia renascer
para que em cada dia se alimente
e contagie outros sonhos
*
José Gomes Ferreira

Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008

POÉTICAMENTE falando...


Todos Iguais todos Diferentes

G
Ao passarmos pela rua,

alguém nos estende a mão,

um velho a pedir esmola

ou uma criança a pedir pão

São os sem-abrigo

que vivem a mendigar

por uma pequena esmola;

são capazes até de chorar.

Fazem de quase tudo,

para poderem sobreviver,

desde arrumar carros...

ou até pensos vender

Ninguém se importa com eles,

todos os tentam ignorar

estes seres esquecidos

que não têm o direito de sonhar!

...

Um poema de

João Paulo